SINOPSE
Criados em um orfanato e adotados pela mesma família, Nica e Rigel percebem que têm sentimentos inesperados e irresistíveis um pelo outro.
RESENHA
Oie, ooi gente! Tudo bem do lado daí? 🖤
Hoje vim falar de O Fabricante de Lágrimas, uma história que já começa carregada de emoção: Nica e Rigel cresceram juntos em um orfanato e, quando finalmente são adotados pela mesma família, o que parecia ser um recomeço acaba despertando sentimentos intensos… e proibidos.
Confesso que fui assistir com aquela expectativa de profundidade, sabe? Principalmente por ser uma adaptação literária. Mas senti que o filme ficou mais na superfície. A história tem MUITO potencial emocional, cheia de dor, traumas e conexões complexas… só que tudo isso passa meio rápido, sem aquele peso que faz a gente realmente sentir junto com os personagens.
Agora, preciso dizer: a fotografia é lindíssima! Tem uma estética bem marcante, meio sombria e delicada ao mesmo tempo, meio gótica até, que combina super com a proposta da história. Mas, pra mim, só isso não sustenta tudo.
Fiquei com aquela sensação de que funcionaria MUITO melhor como série, com mais tempo pra desenvolver os personagens e aprofundar os sentimentos. Porque a base tá ali, pronta pra destruir o coração da gente… só faltou explorar mais.
No fim, é aquele tipo de filme pra assistir sem criar muitas expectativas. Vai mais pela vibe do que pela intensidade.
E vocês, já assistiram? Sentiram falta de algo também? 👀
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