14 de mar. de 2026

Livro | A Sete Chaves | Freida McFadden


SINOPSE


Quando tinha 11 anos, Nora Nierling nem imaginava que, enquanto fazia os deveres de casa no quarto, seu pai matava mulheres no porão.

Até o dia em que ela encontrou a porta destrancada e resolveu descobrir por que o pai passava tanto tempo lá.

Décadas depois, Aaron Nierling está atrás das grades – onde vai ficar para sempre – e Nora é uma cirurgiã bem-sucedida, que leva uma vida tranquila mas solitária. Ninguém sabe que ela é filha de um famoso serial killer. E ela pretende continuar assim.

Um dia, porém, Nora fica sabendo que uma de suas pacientes foi assassinada. E o mais chocante: do mesmo modo único e terrível que o pai dela usava com suas vítimas.

Alguém sabe quem Nora é e quer que ela pague por esse crime. Só que ela não é uma assassina como o pai. A polícia não tem como culpá-la por nada.

Desde que não entre em seu porão.


RESENHA

Oie, Ooi gente! Tudo bem do lado daí?

Hoje vim falar de mais um daqueles livros da Freida que a gente pega “só pra ler um capítulo” e quando vê já está preso num redemoinho de mistério, angústia e puro caos psicológico.

Nessa leitura conhecemos Nora, que viveu uma infância tenebrosa, sem nem saber, enquanto fazia os deveres no quarto, o pai dela estava no porão cometendo crimes horríveis. Anos depois, ele está preso, e Nora virou uma cirurgiã supercompetente, mas que carrega um segredo que ninguém pode descobrir: ela é filha de um serial killer.

Só que tudo desaba quando uma de suas pacientes é assassinada exatamente como as vítimas do pai. Alguém sabe quem ela é. Alguém quer ferrar com tudo. E o porão? Bom… melhor ela não descer lá, né?!...



A leitura é daquele jeitinho clássico da autora: rápida, fluida, instigante e zero chance de largar. A curiosidade bate tão forte que a gente vira página como se estivesse fugindo de alguma coisa 😂.

Nora me lembrou um pouco a Sydney de O Namorado: meio maçante, meio irritante, mas ainda assim impossível de abandonar porque o enredo te fisga.


E o final… MEU PAI AMADO. Eu fechei o livro tipo: “é sério isso? Jesus!” Freida entregou mais um plot twist pra coleção de surto.

Indico? Com toda certeza do mundo.

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