RESENHA
Oie, Ooi gente! Tudo bem do lado daí?
Hoje vim falar de mais um daqueles livros da Freida que a gente pega “só pra ler um capítulo” e quando vê já está preso num redemoinho de mistério, angústia e puro caos psicológico.
Nessa leitura conhecemos Nora, que viveu uma infância tenebrosa, sem nem saber, enquanto fazia os deveres no quarto, o pai dela estava no porão cometendo crimes horríveis. Anos depois, ele está preso, e Nora virou uma cirurgiã supercompetente, mas que carrega um segredo que ninguém pode descobrir: ela é filha de um serial killer.
Só que tudo desaba quando uma de suas pacientes é assassinada exatamente como as vítimas do pai. Alguém sabe quem ela é. Alguém quer ferrar com tudo. E o porão? Bom… melhor ela não descer lá, né?!...
A leitura é daquele jeitinho clássico da autora: rápida, fluida, instigante e zero chance de largar. A curiosidade bate tão forte que a gente vira página como se estivesse fugindo de alguma coisa 😂.
Nora me lembrou um pouco a Sydney de O Namorado: meio maçante, meio irritante, mas ainda assim impossível de abandonar porque o enredo te fisga.
E o final… MEU PAI AMADO. Eu fechei o livro tipo: “é sério isso? Jesus!” Freida entregou mais um plot twist pra coleção de surto.
Indico? Com toda certeza do mundo.