SINOPSE
Longe de sua vida antiga, Dexter se refugiou em uma pequena cidade e adotou uma identidade falsa. Ele leva uma vida tranquila até que um serial killer aparece no local, forçando-o a reviver seu antigo eu.
RESENHA
Oiee, Ooi gente! Tudo bem do lado daí?
Depois de 10 anos achando que tudo tinha acabado, a gente reencontra o Dexter vivendo uma nova vida em Iron Lake, com outra identidade e tentando manter seus instintos sob controle. Só que, né… passado nunca fica enterrado por muito tempo.
Confesso que ver o Dexter “mais leve” em relação a fingir sentimentos foi algo que me chamou atenção. Ele parece mais humano em alguns momentos, o que dá uma sensação diferente comparado à série original. E claro, não tem como não falar do Harrison… ele apareceu exatamente como eu imaginava, então não foi uma surpresa, mas ainda assim foi interessante acompanhar um pouco da adolescência dele e como isso se conecta com o pai.
Agora, o que realmente trouxe aquele ar mais sombrio foi o novo serial killer e olha… bem macabro, principalmente nessa questão dos “troféus”. Deu aquele desconforto clássico que a gente já espera desse universo.
Sobre as relações… não senti muita química entre Dexter e Angela, e nem entre Harrison e Audrey. Ficou meio morno, sabe? Não me convenceu totalmente.
Mas preciso dizer: o final foi o que mais me pegou. Bem inesperado mesmo, daquele tipo que te deixa processando tudo depois.
No geral, foi uma série legal pra assistir e, principalmente, pra matar a saudade do Dexter. Não supera a original, mas entrega um fechamento interessante pra história.
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